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domingo, 22 de abril de 2012

SRT Viper GTS-R traz a víbora de volta às pistas


Corvette, BMW e Ferrari que se cuidem. A víbora voltou. O novo Viper GTS-R 2013 chega no final do ano com apoio de fábrica para disputar a categoria GT da American Le Mans Series.


A SRT construirá dois carros V10 baseados no SRT Viper em cooperação com a Riley Technologies – sediada na Carolina do Norte, o coração da Nascar – para as provas da ALMS. Em se tratando de um projeto com apoio de fábrica, dinheiro não vai ser problema para os carros, que vão trocar tinta com carros da Corvette, BMW, Jaguar e os primos da Ferrari no campeonato mais disputado dos Estados Unidos.


Vipers ainda são presença garantida em muitas pistas, mas já faz alguns anos que o apoio da fábrica desapareceu. Um pecado, já que os carros foram criados para o tipo de desempenho limite que dá origem a grandes modelos para as pistas e veículos de rua facilmente destruídos. Foi assim que venceram 12 corridas seguidas entre 1999 e 2000 e conquistaram uma vitória nas 24 horas de Le Mans.


Entre os pilotos da equipe estão Kuno Wittmer, Marc Goossens e Dominik Farnbacher. O carro estará disponível para download em Forza 4, para que você possa colocar seu nome no espaço sobre a porta.

O Viper GTS-R chega às pistas no final do ano, sem previsão de data ou prova. Pessoalmente, fico na torcida para que seja em VIR.
Fonte: Jalopnik

terça-feira, 10 de abril de 2012

Carro de Travis Pastrana será um Dodge Dart


A Dodge vai lançar um Dart especial. Mas, atenção fãs da marca: o carro não será para o consumidor final e sim para o Global RallyCross 2012.

O carro será apresentado durante a abertura da competição e será pilotado por Travis Pastrana.

Equipado com motor 2.0 que gera 600 cv, o carro vai de 0 a 100 km/h em apenas 1,9 segundo.

“Corridas são parte integrante do nosso patrimônio e incorpora nosso espírito competitivo. Estamos muito entusiasmados para anunciar esse novo Dart”, afirmou o chefe da Dodge, Reid Bigland.
Fonte: JdoCarro

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Novo Viper finalmente sai da toca


A espera acabou. Após dois anos de curiosidade e ansiedade, a víbora finalmente trocou de pele e saiu da toca. Estamos falando da nova geração do Viper GTS, superesportivo que até 2010 pertencia a Dodge, mas que agora, em sua nova geração, pertence a marca SRT, preparadora de versões esportivas dos carros do grupo Chrysler nos Estados Unidos.


Mecanicamente, o superesportivo mantém a tradição com motor 8.4 litros V10 feito totalmente em alumínio, acoplado a um câmbio manual de seis velocidades que envia 83 kgfm de torque às rodas traseiras e desenvolve 640 cv a 6.400 rpm.


Nesta nova geração, o Viper possui sistema de controle de tração e controle eletrônico de estabilidade, itens que não eram disponibilizados na geração anterior. Para brecar o ímpeto do primeiro representante da SRT, foram instalados freios de quatro pistões com pinças fixas de alumínio fornecidos pela Brembo.


O carro ficou com linhas fluidas e musculosas e com alguns detalhes que remetem ao seu antecessor produzido até 2010, como a grade dianteira e as lanternas traseiras. O sistema de iluminação agora é composto por LEDs e, além disso, várias partes do esportivo são feitas em fibra de carbono, para minimizar o peso total do carro.

No habitáculo, os bancos esportivos em couro são vermelhos, igualmente aos painéis das portas. Destaque para a central multimídia com uma tela touchscreen de 8.4 polegadas com a central multimídia Uconnect, que concentra informações do GPS, sistema de áudio, conectividade bluetooth com celular e entrada USB para iPod e pendrives. O painel de instrumento pode ser estilizado pelo condutor e coloca o conta-giros em evidência, com velocímetro do lado esquerdo e informações sobre combustível e temperatura do motor do lado direito.

O novo SRT Viper GTS será uma das estrelas do Salão de Nova York que abre as portas na sexta-feira (06).
Fonte: iGCarros

SRT libera último teaser do novo Viper


Há poucos dias da sua estreia, o novo Viper teve um último teaser revelado pela SRT em sua página no Facebook. Embora não dê para visualizar muita coisa, percebe-se que o superesportivo ficará ainda mais “musculoso” que seu antecessor, com linhas marcantes e aparentes entradas de ar no capô.

Junto com essa nova imagem, a marca ainda informou que a apresentação mundial do superesportivo acontecerá no próximo dia 04 de abril em Nova York com direito a festa e transmissão ao vivo em seu site.

O novo SRT Viper será uma das grandes estrelas do Salão de Nova York deste ano, que abre as portas no dia 06 de abril, se é que não podemos nos arriscar e dizer que ele será a principal atração do evento. É o segundo carro que deixará de ser Dodge após a aquisição do grupo Chrysler pela Fiat (o primeiro foi a RAM, que virou marca) e sua parte mecânica deve sofrer forte influência italiana nessa nova geração.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 4 de abril de 2012

RAM 2500 Laramie: somente para iniciados


Se pudesse pagar por eles, o brasileiro certamente elegeria um crossover (ix35 ou CR-V, por exemplo) como carro mais vendido do país em vez do Gol ou do Uno, os líderes nas vendas. Como nos Estados Unidos o consumidor pode realizar seu sonho graças a renda maior e aos preços mais condizentes, o tipo de veículo mais popular por lá é a picape grande ou, na sua língua, “full-size”.


Para ter uma ideia, as picapes respondem por mais de 10% do mercado e o modelo mais vendido do país é a Série F, da Ford, que reúne uma infinidade de versões. A Silverado, da Chevrolet, está em 4º lugar, e a RAM, numa respeitosa 8ª colocação. Dessas, apenas a picape da Chrysler ainda é vendida no Brasil – a Ford deixou de fabricar a F-250 e a GM há muitos anos desistiu de trazer a Silverado para cá.


Mas as coisas mudaram para a RAM. Depois que a montadora americana foi adquirida pela Fiat, a estratégia foi alterada e a picape foi alçada à condição de marca, deixando a Dodge para os modelos mais urbanos.


É essa “RAM” que acaba de voltar ao Brasil. Ainda no modelo 2500, intermediário, e com o acabamento topo de linha “Laramie”, a picape chega com a missão de incomodar os fãs de modelos confortáveis, equipados e espaçosos. Ou seja, ela quer incomodar as picapes médias que ganharam versões com câmbio automático e uma série de itens advindos de sedãs de luxo.

A RAM, no entanto, não abre mão de ser essencialmente um pequeno caminhão: “é para picapeiros tradicionais”, explica Emilio Paganoni, supervisor de produtos da Chrysler. Ou seja, a marca não tem ilusão de atrair novos fãs. Em vez disso, o objetivo é buscar o empresário do campo que privilegia a robustez, mas que não abre mão de equipamentos modernos como GPS, ar-condicionado de duas zonas e sensor de estacionamento.

Andar de cima

Dirigir uma picape grande é uma experiência um pouco diferente de um modelo de médio porte. A altura, por exemplo, é bem maior. O capô fica na altura do pescoço e entrar na cabine exige um certo esforço para escalá-la. Já na posição do motorista, o que espanta é o espaço interno. Bem mais larga que um automóvel, ela leva até seis pessoas – três na frente graças a um banco rebatível.

Se a disposição de instrumentos é parecida com a de um sedã, a alavanca do câmbio na coluna de direção lembra a de carros antigos. A fileira traseira é digna de uma limusine e foi um dos pontos em que a Chrysler investiu na nova geração, com ganho de quase 10 cm de espaço para as pernas.

De fato, quase todos os itens mais famosos hoje nos modelos modernos estão na RAM: tela multimídia com GPS e compatibilidades com smartphones e outros gadgets, comandos satélites no volante, sistema de som Alpine 7.1 e acabamento em couro com direito a revestimento até no painel. Mas é nos itens exclusivos que a picape americana se diferencia.

Para mostrar que tem vocação para o trabalho, a RAM é preparada para levar reboques com segurança. Uma conexão elétrica na traseira permite que o sistema de luzes de freio funcione em conjunto com o veículo e, dependendo do equipamento, até mesmo aumentar a força de frenagem. Se carregada, a picape também oferece recursos para tornar sua direção mais fácil. Exemplo: com o botão Tow/Haul a relação de marchas muda para aproveitar melhor o torque. Já outro botão, o “Tire Light Load”, avisa se os pneus precisam ser recalibrados por causa do peso.

Sensível ao toque

Com tantos mimos, a RAM é um veículo divertido e fácil de dirigir. A transmissão automática de seis marchas faz bem seu trabalho, a direção, leve, esterça acima da média e faz a gigante picape dar um giro num espaço muito pequeno. Já o motor Cummins, um turbodiesel com 6.7 litros e 310 cv, entrega apenas o necessário. Apesar dos quase 85 kgfm de torque, o motor precisa carregar 3,3 toneladas vazia e 5,6 toneladas se acoplada a um engate e com a caçamba cheia.

Para quem esperava uma picape desajeitada e com suspensão macia demais, a RAM surpreende. Seu rodar é equilibrado e firme, mas qualquer abuso do motorista – um risco e tanto num modelo desse porte – é corrigido com prontidão pelo controle de estabilidade. Sem eles, a picape, de tração traseira, seria bem mais difícil de guiar. É sempre bom lembrar que, em razão do peso elevado, a picape só pode ser dirigida por motoristas habilitados na classe C.

Longe das capitais

A Chrysler não é boba. A marca americana sabe que o segmento de picapes vive uma situação inversa a de outras categorias. Nele, as versões mais vendidas são as mais caras. Graças a essa distorção, os modelos de médio porte como a Hilux, a Amarok e a nova S10 beiram os R$ 140 mil com câmbio automático e todos os itens possíveis. Não é à toa que a nova RAM custe R$ 149.900, valor que, na visão dela, deverá causar confusão na cabeça de fazendeiros bem sucedidos do interior do país.
Fonte: iGCarros
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